O espaço expressa a preocupação em integrar a construção, as peças e a natureza. O forno de queima em alta temperatura usa lenha reciclada.
Num espaço apropriado são feitas queimas de raku especialmente para que o público possa apreciar a alquimia do processo cerâmico e o contraste das peças incandescentes com o céu estrelado das montanhas. |
As peças cobertas por engobe são decoradas com motivos rupestres, indígenas e geométricos, e algumas combinam cerâmica com ferro. |
O público acompanha as peças desde a sua entrada no forno até a forma final.
Durante a queima, é feita uma apresentação com fotos de todas as etapas do processo cerâmico, desde a fabricação das massas até o resultado final.
A queima é rápida – chegando a 950º em cerca de 60 minutos em forno pequeno, a gás.
São três tipos de raku: com esmaltes craquelados, com cobertura fosca de cobre e sem cobertura (raku nu). |
O mestre do chá do então imperador Hideyoshi era o monge Rykiu, que transformou radicalmente o ritual do chá servido no palácio do imperador.
As peças sofisticadas e caras foram substituídas por tigelas simples nas formas e na decoração, seguindo a linha filosófica do zen budismo.
A família Raku trabalha no mesmo ateliê em Kyoto há 450 anos. |
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| Anand Atelier |












Localizado às margens da rodovia Cunha-Parati, km 61,5, ao lado da mata, a 1.350 metros do nível do mar e com belíssima vista das montanhas da Serra do Quebra Cangalha até a Mantiqueira.
A propriedade possui 2,7 hectares de mata atlântica destinadas exclusivamente à produção de água e ao resgate de carbono.
O forno a lenha queima a 1.280 graus em cerca de 12 horas. São peças escultóricas e decorativas, com esmaltes, com óxidos, com engobes ou apenas a massa cerâmica sem cobertura.
O ateliê oferece em datas pré-agendadas as queimas de raku, ao cair da tarde.
As peças são retiradas do forno incandescentes, colocadas em serragem de madeira por alguns minutos e resfriadas com jato de água.
O raku tem sua origem no Japão do século 16.
O ceramista que confeccionou as novas peças recebeu o direito de usar o nome Raku e transmiti-lo a seus descendentes e alguns discípulos especiais, que continuaram a produzir para o imperador até os dias de hoje.




