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Dona Dita Olímpia (Dita Paneleira)
Dona Dita OlímpiaDona Dita Olímpia conhecida por Dita Paneleira é a última paneleira ainda viva na cidade. Hoje sem poder fazer mais suas panelas e potes gosta de apreciar as obras dos outros artistas da cidade.
 
 
Sá Mariinha das Três Pontes
Sá Mariinha das Três PontesSá Mariinha considerada mulher de salvar muita gente, receitando remédios, benzimentos e orações, nasceu por volta de 1880 e faleceu em 1959. Conta a lenda que quando era criança foi declarada morta mas não foi enterrada e voltou a vida alguns dias depois. Hoje próximo ao local onde morava existe uma bica de água santa e um centro de fé que recebe romarias de todos os lugares.
 
 
Dona Irene
Dona IreneDona Irene aprendeu a lida com a lã com sua mãe, D. Julia. De todos os filhos, é a única que dá continuidade à arte de tecer desde a lavagem até o tear.
 
 
Vô Chico
Vô ChicoAprendeu a fazer cestos, balaios, peneiras e todos os demais utensílios que utilizam o bambú como matéria prima com seu pai. Com quase 84 anos, considera fácil o aprendizado da cestaria.
 
 
Dona Lora
Dona LoraDona Lora executa o "amarrado" em tecidos. Aprendeu o ofício numa noite escura, com uma vizinha e acha que o desenho do amarrado está nas idéias.
 
 
Dil e Cleusa
Dil e CleusaPai e filha na confecção de objetos de taboa. Dil, com sua outra filha, Benina, forma uma dupla de música regional.
 
 
Manjuba
ManjubaA oficina herdou do pai, mas a habilidade do trato com o couro ele desenvolve a cada novo trabalho. Manjuba conserva uma tradição que aos poucos está desaparecendo, já que o cavalo como meio de transporte na zona rural está sendo substituido pouco a pouco pelas moticicletas.
 
* Texto e fotos dos artesãos de Julia Raposo.
 
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